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Archive for the ‘Duetos e Encontros Poéticos’ Category

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CHUVA DE PAIXÃO

Caio Amaral

Saudade que morre no encanto de uma paixão

Desce como granizo em forma de carinho

É chuva de prata com raios de amor

Irrompe sob a beleza do arco-íris

Se eleva na beleza do sol em pleno verão

Resplandece em mares de uma doce ilusão

PLUIE DE PASSION

Caio Amaral

(Traduction para Michèle Christine)

Nostalgie qui meurt dans l’enchantement d’une passion

Tombe comme grêle dans une forme d’affection

C’est une pluie d’argent avec  rayons d’amour

Éclate sous la beauté de l’arc-en-ciel

S’élève dans la beauté du soleil en plein été

Et brille dans les mers d’une douce illusion

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Que belo é!

Caio Amaral

A aurora de um novo dia

O som do vento nas planícies

O renascer de uma esperança

Planar nas asas da paz interior

O encanto e a beleza do céu azul
A força da paixão e o poder do amor
A leveza de uma canção de Beethoven

O brilho da lua e a luz que irradia o sol

O silêncio de uma serena noite de verão
A calma da criança que dorme ao colo da mãe
O canto dos pássaros nas tardes de primavera
O suave embalo de uma onda na calma do mar
O tenro ato de flutuar em nuvens de carinho e amor
Ouvir a palavra: TE AMO!

Comment c’est beau !

Caio Amaral
(traduction par Michèle Christine)

L’aube d’un nouveau jour

Le bruit du vent dans les plaines

La renaissance d’un espoir
Glisser dans les ailes de la paix intérieure

La merveille d’un ciel bleu
La force d’une passion et le pouvoir de l’amour
La légère musique de Beethoven

La luminosité de la lune et la lumière qui rayonne le soleil
Le silence d’une rafraîchissante nuit d’été
La calme de l’enfant qui dort sur les bras de sa mère

Le chant des oiseaux aux après-midi du printemps
Le doux bercement d’une vague dans la mer

Le tendre acte de flotter dans les nuages de tendresse  et de l´amour
Écouter le mot :  JE T’AIME!

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Pedido de socorro

PEDIDO DE SOCORRO

Michèle Christine & Sylvia Cohin

Pedi socorro ao poeta

para que alguma inspiração,

levasse ao destino certo

o meu afeto completo…

recoberto de gratidão.

Nasceu da mão duma esteta

e um sopro de monção

espalhou em céu aberto,

o poema que decerto

pousou no meu coração…

Então me sussurou aos ouvidos

Quintana de tempos já vividos:

“Ser poeta não é dizer grandes coisas,

mas ter uma voz reconhecível

dentre todas as outras”…

ao coração que é sensível.

De Quintana em tempos idos

versos de saber colhidos

que ignorar é impossível,

como as rimas que aqui poisas

nesse tom inesquecível!

Assim, recebam, Syl e Gui

esta trova de agradecimento

pelo som que me traz o vento

quando recebo, nas suas palavras,

outras… que me dão alento.

Assim, recebe co’a Gui

este mimo onde acrescento

um aplauso muito atento

ao poema com que lavras,

gratidão e sentimento!

Beijosssssssssss

Syl

02.01.2008

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Acredite_natal

Acredite na…

Paz da Terra

Natureza e no seu equilíbrio

Energia do Universo

Força da mente

Fé e na perseverança

Paixão e o seu poder

Maravilha do amor

Infinita bondade de DEUS

Que viverá mais e muito melhor!

Croyez…

Caio Amaral

(traduction: Michèle Christine)

À la paix sur la Terre

À la nature et son équilibre

À  l’énergie de l’Univers

À  la force de l’esprit

À la foi et à la persévérance

À la passion et son pouvoir

À la beauté de l’amour

À l’infinie bonté de DIEU

Ainsi vous allez vivre plus et beaucoup mieux!

Crea!

Caio Amaral
(traducción by Betty)

Paz de la Tierra

En la naturaleza y su equilibrio

Energia del universo

Fuerza de la mente

Fe y la perseverancia

Pasion y su poder

Maravilla del amor

Infinita bondad de Dios

Que viverá mas y mucho mejor!

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Trilha Trem_back Gui Oliva_pronto
duo_20_1

Trilha Trem

Gui Oliva

Em  cada compasso eu sentia um nó

que desatinava  a me fazer sonhar,

cada minuto era um e não o queria  só

sem você daí, no galanteio, a cortejar.

Nesta toada lágrima não deveria vir mas vem,

se, ao contrário, o riso é solto, a alma trilha

por aqueles trilhos de um certo trem,

trenzinho do caipira, dedilha mestre Villa.

E  rodeio assim nesse volteio,

rodopio, cantarolando um estribilho

do vem não vai imaginei o desafio,

será que você chegaria de afogadilho?

mas… locomotiva Maria Fumaça apitou partida

e o anunciado, foi de voz doída,

partiu comboio da estação da vida,

devagarzinho,

meu olhar perdeu-se e lágrima escapou,

e foi o trem se afastando de mansinho,

nem reparou… entristeci…

porque você se atrasou!

Santos/SP 13/02/08

duo_20_1

O Trem de Ferro

Humberto – Poeta

O trem na estação dá o berro

e os nossos bilhetes marco;

num ruidoso trem de ferro

com meu amor eu embarco.

Bem juntinhos eu e ela

começamos a viagem;

vira um cinema a janela

que vai filmando a paisagem!

E mais tarde, ao restaurante,

eu a levo pela mão

comer algo estimulante

para o corpo e o coração.

Até num trem bem simplório

há momentos de esplendor,

pois no vagão-dormitório

recrudesce o nosso amor!

Para o casal que se afina,

que se ama e se quer bem,

pro  amor não virar rotina,

bom mesmo é viajar de trem!

duo_20_1

Recado Poético

Michèle Christine

No trem de uma nova trilha

o amor não te fará armadilha.

Encontrarás o teu laço no espaço

aberto de uma janela.

Não esperes, não tenhas cautela.

Atrelas o laço ao teu abraço,

deixa-o entrar.

Por certo, confesso,

a felicidade na tua vida

fará guarida.

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Back Minha oferda a poeta VMussi_pintura de Iman Maleki

Convite que faço a
Querida Poeta Amiga Michéle
Visite o Site
http://www.veramussi.com.br/
Comemorando meio ano de existência ,
plenamente feliz!
Aceitei teu convite ao site e,
em lá caminhando, me encontrei.
É honra, é graça!

A minha oferta …

Um Poema ao Amor

“A minha oferta” …

Amor em poema

Vera Mussi

Michéle Christine

Nos intervalos…

Lindos sonhos imaginários

Novos cenários!

“A minha oferta” …

à poeta

transcede

o breve.

Tantos retalhos…

Embutidos nas páginas

Do Livro da Vida.

É sempiterna e fraterna,

branca preciosa,

cor da paz.

Pertinaz.

Audaz.

Entre versos e rendas

Poesias inspiradas

Sob encomenda

Em rimas matizadas…

Nas cores de um céu de anil…

“Estrela das neves”

ou lume de verão,

circunscreve

o céu, o vento,

o tempo.

Tudo por mim

Idealizado

Todos os meus dias

Encantados…

Tantos versos espalhados

Pelo Universo – Fim

Por Deus

Sempre iluminados !

A minha oferta

à poeta

tem beleza nobre de flor,

talismã supremo do amor.

Tem mistério de fada,

luz de lua prateada,

floração alpina

divina obra-prima.

Nos etéreos espaços

Brilham as estrelas reluzentes

Tantos abraços…

Transcendentes

Ternos beijos…

De um anjo azul…

Todos os desejos mil !

Entre blocos rochosos

a persistência da lida.

Entre ecos verdejantes,

perfumados e alados,

a singeleza da vida.

Afetos de raro sabor

Um poema ao Amor

“Quase primaveril …”

A minha oferta

aos poetas

são ramos, muitos ramos

de “Edelweiss”…

especiais,

Colhidos na emoção

do meu coração.

“Do coração é a razão dos amigos”
Carinho e Gratidão
Vera Mussi
1º de Setembro/2008
“Do coração é a razão dos poetas
Parabéns Vera,  Parabéns poetas
que congregam a festa de existência do
http://www.veramussi.com.br/
Carinhos meus,
Michèle
12 de Setembro/2008

Edelweiss image para a oferta VM Edelweiss image para a oferta VM

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La trace du destin

La Trace du Destin

Sylvia Cohin
le 19, février, 2007

Traduction: Michèle Christine

Pour Rogério, in memoriam
Pour João Hélio, in memoriam

Soudain,
Rien qu’en un instant,
la ville pleure en un sanglot
qui s’éparpille dans l’éther,
et contamine la nation…
Entre l’horreur et le désespoir
le peuple triste et terrassé
pleure et demande le clémence,
étourdi, inconsolable…

Soudain,
Rien qu’en un instant,
se forme un long cordon

hommes, femmes, passants,

dans un geste immense,

se rapprochent doucement

et leurs larmes vont  arroser…
le sol où gît la semence…

Soudain,
Rien qu’en un instant,
Entièrement contenues dans la main

la ville,

la foule,

et la nation…
Le Temps a cessé d’avoir

la dimension attendue

par des causes qui ne se voient pas
et la vie s’est arrêtée,

et le Temps fou à courir…

Soudain,
Rien qu’en un instant,
il se dit ici et là,

qu’une lumière a brillé dans le ciel

à la Terre a descendu et est repartie,

aussi rapidement qu’elle est arrivé…
Mais c’est sur qu’elle a suivi

la Trace du Destin

en laissant pour ceux qui restent,

les empreintes de pas d’un garçon…

Ce poème, originalement offert au Garçon Rogério, qui est si
tôt parti, a été dédié aussi au Citoyen Brésilien João Hélio,
qui quelques jours ensuite nous a été arraché. Ce fait a déterminé l’édition de ce poème et le changement de posture de la Poésie qui au delà  du cri d’amour et de douleur, est aussi une véhémente protestation que nous laissons ‘dans l’éther ‘de la mémoire de la Vie.

Je transcris au-dessous les mots généreux de la “Tante Eme” :

« …Je trouve que, si tu voulais, tu pourrait le consacrer, in
memoriam, aussi à João, puisque le poème, est totalement cohérent
et actuel, envers ce qui s’est passé… »

Avec les remerciements à l’amie Soninha Valle qui,  affectueusement,
a offert le formatage du dessin.

L’auteur, Sylvia Cohin
dans le 19, février, 2007 (date de publication)

O Traçado do Destino

Sylvia Cohin
19.02.2007

Para Rogério, in memoriam
Para João Hélio, in memoriam

De repente,
não mais que num instante,
chora a cidade um pranto
que se espalha pelo éter,
e contamina a nação…
Entre o horror e o desespero
o povo triste e aterrado
chora e pede por clemência,
aturdido, inconformado…

De repente,
não mais que num instante,
forma-se um longo cordão
homens, mulheres, passantes,
num gesto de imensidão,
se aproximam docemente
e seu pranto vai regando
o chão daquela semente…

De repente,
não mais que num instante,
coube todinha na mão,
a cidade,
a multidão,
e a nação…
O Tempo deixou de ter
a dimensão esperada
por causas que não se vê
e a vida ficou parada,
e o Tempo louco a correr…

De repente,
não mais que num instante,
conta-se por aí,
que uma luz brilhou no céu
desceu à Terra e partiu,
tão veloz quanto chegou…
Mas é certo que seguiu
o Traçado do Destino
deixando pra quem ficou,
as pegadas de um menino…

Este poema, originalmente ofertado ao Menino Rogério, que tão cedo partiu,

foi estendido também ao Cidadão Brasileiro João Hélio, que dias depois

foi arrancado de nós. Este fato determinou a edição deste poema e a

mudança de postura da Poesia que além de grito de amor e dor, é também

de veemente protesto que deixamos ‘no éter’ da memória da Vida.
Transcrevo abaixo as palavras generosas da “Tia Eme”:

“…Acho até que, se você quisesse, poderia dedicá-lo, in memoriam,
também ao João, que ele, o poema, está totalmente
coerente e atual, para com o ocorrido…”

Com os agradecimentos à amiga SoninhaValle que carinhosamente.
se prontificou a oferecer o formato.
A autora, Sylvia Cohin

em 19.02.2007 (data de publicação)

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