Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Minhas Poesias’ Category

A cor do tempo_resposta poética


BB_VERDE1

(resposta poética elaborada pela

doce Michèle em retorno ao meu poema

A Cor do Vento…Obrigada querida…)

Na velocidade calma de um vento que acalma…O meu vento também é colorido com as cores que tingem o momento do meu espírito. Às vezes meu vento está a favor, outras contra, às vezes é vento de amor e outras vento de dor…

Meus sonhos têm todas as cores, nenhum vento os delimitam nem de tudo e nem de nada, e inexplicável é, mas finjo que não o seja. Assim posso voar mais alto porque o vento me empurra a trajetória. Eu gosto do vento… gosto de voar, asas são minha imaginação. Também gosto quando você  poeta a poesia que o vento tem…

Michèle Christine

Anúncios

Read Full Post »

Fragmentos

Fragmentos

Michèle Christine

“…Repudiar o impossível… é impossível…

Ele não deixa o relógio parar;

as horas viram danças exaustivas que suam tristezas

e o corpo reage às vigílias e vive com as estrelas.

A esperança se veste de vontade

e transborda a espera em emoção

Seu espaço vira vida,

roda-vida, roda-viva…

O avesso enquanto lassidão

vira o direito da vibração…”

2007

Read Full Post »

Quando poetas conversam

Quando poetas conversam em versos

Michèle Christine

O que se dirá enquanto serafins da poesia

se falam através dos versos?

Que a voz tem ruído de coração?

Que os ais são notas musicais?

Que a dor tem forma de sorriso

e a arritmia do mundo

se transforma em toques de salvação?

Tudo acontece nas entrelinhas de poetas.

O vento dança tempo suave e num clique de dedos

nasce outra verdade: o avesso da rotina diluída,

da lida retorcida, da alma partida.

A noite tem luz e a maldade não encontra o dia,

o silêncio tem voz na poesia.

Dos poetas tudo há e tudo resta no tudo das vidas:

a cor das montanhas, o balouço do ar,

o perfume dos lírios, o ruído do mar.

O eco de um hino semidivino,

a vibração da lira, os mistérios da magia,

o som tem palavras na poesia.

O duetar faz valer a realidade;

põe em avesso o pranto…porquanto… é tenuidade,

som-guia constante na temporalidade.

Lateja no corpo e nas pautas escritas

em forma de reza, de canto, ou de valsa,

ou de onda que afaga uma balsa

a caminho do oferendar.

Pautas do duetar,

outra vez

mais-uma-vez

cálice que transborda calidez.

Unguëntos e mandamentos

do verbo amar.

Read Full Post »

Lua

A LUA QUE FUI VER AO TEU CONVITE

Michèle Christine

Vi a lua da minha janela,

que bela!

Tens razão, é paixão,

é imensidão.

No meu abraço

eu a deitei no braço

e pintei de ouro meu espaço.

Como querias

em doce calmaria

a tenho em companhia.

Se acaso a tua noite

virar tresnoite

por falta de lume…

não chores, não faças queixume.

Ainda tens as estrelas

pra acalmar tuas centelhas

porque a lua…

essa… contracena

amena

com meu sonho

risonho

de amor.

Read Full Post »

Vinícius_de_Moraes_Michèle

título poesia para Vinícius

Michèle Christine

Vou permanecer na minha intimidade também,

com o coração pulsando sem parar e o olhar molhado…

e vou calar-me nesta tarde de céu nublado

deixando as réstias do sol, somente elas,

aquecerem este momento bonança:

de um poeta que é só amor e lembrança,

saudade que vai-e-vem, acaba jamais,

encanto que é tanto

que o silêncio precisa imperar diante dos meus ais.

Vinícius de Moraes é imortal graça tanta

que me aquieto, sinto, vivo e me aconchego

na minha tarefa de admiração…

não sei se é amor, beleza, dor ou emoção.

Mas é sentimento que se agiganta, decanta…

com gotas de absinto

com perfume de jacinto.

Poetas, todos, são isso… simplesmente…

num estalar de dedos nos tiram o medo

e revelam nossos próprios segredos

de encontrar o paraíso

em todos os enredos.

23/10/2007

Read Full Post »

Fundo Janelas das Minas Gerais

JANELAS DAS MINAS GERAIS

Michèle Christine

Pescada no Encontro das “JANELAS”

Nas minhas janelas…

movem-se aquarelas,

montanhas, modinhas, ladainhas,

reflexos roseirais.

Janelas das Minas Gerais.

Nas minha janelas…

o tempo faz jornada devagar.

Faz noite, faz aurora,

divaga na prosa ociosa.

E nas madrugadas amorosas,

se ancora, faz hora e se revigora.

Minas janelas ganham regalos:

de serestas, bandas, amigos e flores.

Vestem roupa nova na passagem dos andores

que trazem o Cristo da procissão das Dores.

Minas janelas contam histórias

de tropeiros, forasteiros, arruaceiros…

de épicas figuras, do ouro e dos segredos,

quando candeeiros acesos eram os luzeiros

que anunciavam alforria dos credos e dos medos.

Minhas janelas são belas.

São janelas das Minas Gerais.

São namoradeiras, festeiras, universais.

Sempre são mais belas quando abrem seus vitrais.

Acolhem poetas, mensageiros dos versos magistrais.

Janelas das Minas Gerais!

Tradição e passado,

obra-de-arte-corrente no presente.

Imortais!

Reeditada em junho/2009

Read Full Post »

Vinícius_de_Moraes_Michèle

título poesia para Vinícius

Michèle Christine


Vou permanecer na minha intimidade também,

com coração pulsando sem parar

e o olhar molhado…

e vou calar-me nesta tarde de céu nublado

deixando as réstias do sol, somente elas,

aquecerem este momento bonança:

de um poeta que é só amor e lembrança,

saudade que vai-e-vem, acaba jamais,

encanto que é tanto

que o silêncio precisa imperar diante dos meus ais.

Vinícius de Moraes é imortal graça tanta

que me aquieto, sinto, vivo e me aconchego

na minha tarefa de admiração…

não sei se é amor, beleza, dor ou emoção.

Mas é sentimento que se agiganta,

decanta…

com gotas de absinto

com perfume de jacinto.

Poetas, todos,  são isso… simplesmente…

num estalar de dedos

nos tiram o medo

e revelam nossos próprios segredos

de encontrar o paraíso

em todos os enredos.


Read Full Post »

« Newer Posts