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Post de Chamalú

DECLARO – ME VIVO

LUIZ ESPINOSA*  ( Chamalú)

Saboreio cada momento.

Antigamente me preocupava

quando os outros falavam mal de mim.

Então fazia o que os outros queriam,

e a minha consciência me censurava.

Entretanto, apesar do meu esforço

para ser bem educado,

alguém sempre me difamava.

Como agradeço a essas pessoas, que me ensinaram

que a vida é apenas um cenário.

Desse momento em diante, atrevo-me a ser como sou.

A árvore anciã me ensinou que somos todos iguais.

Sou guerreiro:

A minha espada é o amor,

o meu escudo é o humor,

    o meu espaço é a coerência,

o meu texto é a liberdade.

Perdoem-me, se a minha felicidade é insuportável,

mas não escolhi o bom senso comum.

Prefiro a imaginação dos índios, que têm embutida a inocência.

É possível que tenhamos que ser apenas humanos.

Sem Amor nada tem sentido,

Sem Amor estamos perdidos,

Sem Amor corremos de novo o risco de estarmos

caminhando de costas para a luz.

Por esta razão é muito importante que

apenas o Amor inspire as nossas ações.

Anseio que descubras a mensagem por detrás das palavras,

não sou um sábio, sou apenas um ser apaixonado pela vida.

A melhor forma de despertar é deixando de questionar

se nossas ações incomodam aqueles que dormem ao nosso lado.

A chegada não importa, o caminho e a meta são a mesma coisa.

Não precisamos correr para algum lugar,

apenas dar cada passo com plena consciência.

Quando somos maiores que aquilo que fazemos,

nada pode nos desequilibrar.

Porém, quando permitimos que as coisas sejam maiores do que nós,

o nosso desequilíbrio está garantido.

É possível que sejamos apenas água fluindo;

o caminho terá que ser feito por nós.

Porém, não permitas que o leito escravize o rio,

ou então, em vez de um caminho, terás um cárcere.

Amo a minha loucura que me vacina contra a estupidez.

Amo o amor que me imuniza contra a infelicidade

que prolifera, infectando almas e atrofiando corações.

As pessoas estão acostumadas com a infelicidade,

que a sensação de felicidade lhes parece estranha.

As pessoas estão tão reprimidas que a ternura espontânea

as incomoda, e o amor lhes inspira desconfiança.

A vida é um cântico à beleza, uma chamada à transparência.

Peço-lhes perdão, mas…

DECLARO – ME  VIVO

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“Soy guerrero:
mi espada es el amor, mi escudo el humor,
mi hogar la coherencia, mi texto la libertad.
Si mi felicidad resulta insoportable, discúlpenme,
no hice de la cordura mi opción.
Prefiero la imaginación a lo indio,
es decir, inocencia incluida”
Chamalú

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*Luis Ernesto Espinoza, índio ”Chamalú” da tribo Quéchua. Esta tribo formava, com os aymarás e os Yuncas, o império Inca. Este texto aplica-se a qualquer campo de reflexão, de qualquer cultura, crença ou religião. Encantador e atual, nos desperta para a essência do verdadeiro, da harmonia e da importância do ser. “Chamalú” é o nome espiritual de Espinoza – nasceu na Bolívia e é considerado educador e terapeuta da alma. Deu mais de 5.000 conferências em 260 cidades pelo mundo e é autor de 39 livros traduzidos em vários idiomas. É o criador da “Comunidade Janajpacha” – Escola de Xamanismo – onde se cultiva o respeito à Terra e se ensina a prática da medicina natural.

Nota:

A cultura quíchua é descendente da inca e habita principalmente a região andina (Equador, Peru e Bolívia). Cerca de 15 milhões de pessoas em sete países (Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Chile, Equador e Peru) falam esta língua, das quais quase a metade vive em seis departamentos do Peru, país onde o quíchua é um dos três idiomas oficiais junto com o castelhano e o aimara.
Os quíchuas (também chamado de Quechua ou Quéchua) destacam a comunidade como forma de vida. Em matéria religiosa mantêm um sincretismo entre a tradição inca e o cristianismo. Os aimaras compartilham território com os quíchuas, mas sua maior concentração fica na Bolívia, no Peru, no norte do Chile e na Argentina.

Originalmente, os Incas eram um clã específico entre o povo Quíchua (ou Quéchua), que habitava os Andes. Estes eram uma civilização, de fato, na medida em que construíam e viviam em cidades (diferentemente dos indígenas da Amazônia e do Atlântico). Baseados em Cuzco, eles ascenderam ao poder e formaram um exército poderoso o suficiente para subjugar outras tribos e povos vizinhos, como os aimarás, os chibcha, os moche e os chavín, entre outros.
O Quíchua (Qhichwa Simi ou Runa Simi), também chamado de Quechua ou Quéchua, é uma importante língua indígena da América do Sul, ainda hoje falada por cerca de dez milhões de pessoas de diversos grupos étnicos da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru ao longo dos Andes. Possui vários dialetos inteligíveis entre si. É uma das línguas oficiais de Bolívia, Peru e Equador.

Palavras de Chamalú:

“Aprendí desde joven que principios fundamentales para lãs culturas indígenas son el respeto a la vida, la solidaridad y la reciprocidad y ellas pasaron a ser, parte fundamental de mi vida. Nací en una familia pobre, sin embargo, mis ganas de ayudar a mejorar la calidad de vida de la gente y darse cuenta que la vida, es mucho mas de lo que nos dijeron. Precisaba salir de la pobreza para poder ayudar a los pobres y eso hice. Organicé mi tiempo y energía de tal manera que pudiera tener lo necesario para vivir como quería.

Yo quería vivir viajando, aprendiendo, disfrutando. Quería conocer todo el mundo, escribir libros y compartir vía conferencias, lo que iba aprendiendo. Creo que ayudar a la gente es lo que mas acrecienta mi felicidad. Con esa mentalidad hice varias comunidades ecológicas con recursos propios. Intentamos hacer esto mismo en otros países junto con otra persona soñadora, la realidad nos mostró que el mundo esta peor de lo que imaginábamos y terminamos reciclando sueños y redireccionando voluntades y vocación de servicio.

Todos los recursos que generaba en todos esos años, los compartía y entregaba para hacer las comunidades. Viví para compartir y ayudar al punto de darme cuenta, a mis 50 años, que no tenia casi nada, que todo lo que fui logrando lo iba entregando, creo que descubrí una otra forma de prosperidad en la cual, el capital fundamental es mi felicidad, en especial, mi capacidad de disfrutar la vida con libertad y sin temor a lo que la gente diga.

Casi la totalidad de las cosas que hice en Bolivia, desde infraestructura ecológica traducida en varias casas hasta seminarios y actividad educativa, las hice gratuitamente y a cambio de nada mas, que la felicidad de la gente. Nunca recibí dinero de instituciones o personas para hacer lo que hacía, mi tiempo fue entregado a lo que consideré una misión, tuve miles de alumnos pero nunca dependí de ellos, a diferencia de otros que hacen labor parecida, a mi no me mantenían mis alumnos, yo los mantenía a ellos.

A la fecha he donado casi todo lo que tuve y así soy feliz, creo que la mejor manera de prosperidad, no pasa por cuanto dinero tenemos sino por cuanta calidad tiene nuestra vida y  por la capacidad de ser felices hemos desarrollado.

COMPARTO LUEGO EXISTO.”

SEJAMOSAPÓSTOLOSDAPAZ

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