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Archive for maio \28\UTC 2010

Sincronicidade

Sete Leis da Sincronicidade para começar a ver a Mágica da Vida

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Deepak Chopra*

1. Meu espírito é um campo de possibilidades infinitas que conecta tudo o mais. Esta frase resume a totalidade do que estou expondo. Se você esquecer tudo o mais, lembre-se apenas disso.

2. Meu diálogo interno reflete meu poder interno. O diálogo interno das pessoas auto-realizadas pode ser descrito assim: é imune a críticas; não tem apego aos resultados; não tem interesse em obter poder sobre os outros; não tem medo. Isso porque o ponto de referência é interno, não externo.

3. Minhas intenções tem poder infinito de organização. Se minha intenção vem do nível do silêncio, do espírito, ela traz em si os mecanismos para se concretizar.

4. Relacionamentos são a coisa mais importante na minha vida. E alimentar os relacionamentos é tudo o que importa. As relações são cármicas e quem nós amamos ou odiamos é o espelho de nós mesmos: queremos mais daquelas qualidades que vemos em quem amamos e menos daquelas que identificamos em quem odiamos.

5. Eu sei como atravessar turbulências emocionais. Para chegar ao espírito é preciso ter sobriedade. Não dá para nutrir sentimentos como hostilidade, ciúme, medo, culpa, depressão. Essas são emoções tóxicas. Importante: onde há prazer, há a semente da dor, e vice-versa. O segredo é o movimento: não ficar preso na dor, nem no prazer (que então vira vício). Não se deve reprimir ou evitar a dor, mas tomar responsabilidade sobre ela.

6. Eu abraço o feminino e o masculino em mim. Esta é a dança cósmica, acontecendo no meu próprio eu. A energia masculina: poder, conquista, decisão. A energia feminina: beleza, intuição, cuidado, afeto, sabedoria. Num nível mais profundo, a energia masculina cria, destrói, renova. A energia feminina é puro silêncio, pura intenção, pura sabedoria.

7. Estou alerta para a conspirações das improbabilidades. Tudo o que me acontece de diferente na vida é carmico. É, portanto, um sinal de que posso aprender alguma coisa com aquela experiência. Em toda adversidade há a semente da oportunidade.

Sê alegre

*Deepak Chopra, (22 de Outubro de 1946) nasceu na Índia onde se formou em medicina pela universidade de Nova Deli. Especialista em endocrinologia, exerce a profissão desde 1971, onde chefiou a equipe do New England Memorial Hospital. Em 1985, fundou a Associação Americana de Medicina Védica. Em 1993 muda-se para S. Diego e abre o “The Chopra Center For Well Being”, onde desenvolve os seus próprios programas e cursos para o desenvolvimento pessoal.
Sua proposta de auto-ajuda é centrada na afirmação com pretensão de profundidade de que “se compreendermos a nossa verdadeira natureza e soubermos viver em harmonia com as leis naturais, a sensação de bem-estar, de entusiasmo pela vida e a abundância material surgirão facilmente”.
Em 1999, a revista Time incluía-o na sua lista das 100 personalidades do século, chamando-lhe “poeta e profeta das medicinas alternativas”.

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AMOR: ENERGIA UNIVERSAL

Pierre Weil*

O que a nossa humanidade mais precisa é despertar o amor em todos os corações. Dilacerada pela violência, ela chegou perto do fundo do poço. E deste lugar, só lhe resta uma alternativa, é olhar para cima, em direção ao sol, à luz da sabedoria e ao calor do amor.

O amor do coração foi progressivamente abafado por quatro mil anos de dominação dos homens, que limitaram a participação das mulheres à família e ao lar. Resultou disto uma repressão dos valores femininos no Homem, e com eles o próprio amor. A nossa cultura masculinista está na raiz do desenvolvimento extremo das qualidades intelectuais, mais particularmente da razão, que leva ao domínio absoluto da ciência e da tecnologia e limita a educação ao puro intelecto. Os valores do coração e do espírito são desprezados e relegados à religião. Resulta disto um racha entre razão e coração. E chegamos aos extremos das aplicações frias da ciência através da tecnologia, à fabricação descontrolada de armas e ao seu uso na matança de seres indefesos no terrorismo ilegal e nas guerras legais, tanto faz. As empresas usam as tecnologias tanto a serviço de valores construtivos ou destrutivos desde que se obtenha o devido lucro.

O advento do movimento feminista levou as mulheres a saírem do seu lar para trabalhar fora. Isto faz com que, progressivamente, os valores afetivos penetram na empresa e no trabalho humano em geral. A preocupação masculina exclusiva pela efetividade, vem se integrar harmoniosamente ao valor feminino da afetividade. À exclusividade de focalização empresarial pela produção, está se acrescentando um interesse cada vez maior pelas pessoas, isto é, pela qualidade de vida de cada funcionário. É de se esperar também que com o ingresso de mulheres na política, o amor e a preocupação pelo ser humano, tornem- se cada vez mais centrais na gestão das sociedades O futuro desta gestão se acha num reencontro do masculino e do feminino em cada um de nós.

Tirar o amor da vida humana é ameaçar a própria vida no nosso Planeta. Pois a destruição ecológica é o resultado da falta de amor à natureza, que leva o ser humano a um suicídio progressivo, o qual já começou.

  • O Amor é a força que sedimenta todos os conjuntos. A energia que liga entre elas as partículas do átomo é Amor, garantindo assim a existência da matéria.
  • O Amor é a energia que une as células formando os tecidos das plantas, dos animais e do nosso corpo.
  • O amor é a força que atrai os dois sexos garantindo a continuidade de todas as espécies, vegetal, animal e humana.
  • O Amor estimula a nossa criatividade insuflando o nosso entusiasmo pela vida e inspirando a nossa alma poética.
  • O Amor é o fator que proporciona a ternura dos casais e amizade entre pessoas.
  • O Amor é a liga das estrelas formando o Universo.
  • Onde há Amor é impossível a violência, o terrorismo e as guerras. Despertemos a todo instante o amor no nosso coração para todos os seres viventes. É a melhor contribuição que podemos dar para a nossa humanidade sair do atoleiro em que está enleada!
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*Pierre Weil: Gente que fez a paz

Ao chegar ao nosso país, em 1948, aos 24 anos, se encantou pelo Rio de Janeiro. Depois, morou em Minas Gerais e em Brasília, onde consolidou importantes projetos. Foi um dos grandes responsáveis por trazer para cá a Universidade Holística Internacional (Unipaz), com a criação da primeira de suas 28 unidades nacionais, em 1987, em Brasília e ali morreu aos 84 anos.

Doutor pela Universidade de Paris, o psicólogo pregava a descoberta da paz interior do ser humano, em suas relações sociais e com o meio ambiente, por meio da educação. Publicou 40 livros sobre a cultura da paz, psicologia e holística. Um dos mais conhecidos é A Arte de Viver em Paz. Em 2002, recebeu o Prêmio da Unesco de Educação e Paz. O órgão das Nações Unidas para a educação, ciência e cultura reconheceu que a metodologia adotada por Weil é eficaz.

Fonte: http://www.unipaz.org.br/

Origem da palavra ‘holismo’
A palavra hólos veio do grego e significa inteiro; composto. Segundo o dicionário, holismo é a tendência a sintetizar unidades em totalidades, que se supõe seja própria do universo. Sintetizar é reunir elementos em um todo; compor. (Prof. Dr. Henrique Rozenfeld)

O holismo significa que o homem é um ser indivisível, que não pode ser entendido através de uma análise separada de suas diferentes partes. Ou seja: que tente abordar o problema a ser tratado como um todo, não através de uma visão especializada.

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O que os taoístas da dinastia Han quiseram dizer por wu wei era garantir que toda ação estava de acordo com a natureza do momento em particular. Wu wei é a ação dirigida pelas necessidades da situação e não pelas necessidades ou desejos da pessoa. Para os taoístas, viver em harmonia com a Natureza significa viver e agir em harmonia com as necessidades do momento e da situação. Ele pode ser comparado com um grande rio, com uma corrente que se movimenta, com o natural fluir de suas águas. Henfil conseguiu captar a essência desse conceito com muita perspicácia.

Post para texto Henfil_rio

A LIÇÃO DO RIO

(Henfil)

E o rio corre sozinho.
Vai seguindo seu caminho.
Não necessita ser empurrado.
Pára um pouquinho no remanso.
Apressa-se nas cachoeiras.
Desliza de mansinho nas baixadas.
Precipita-se nas cascatas.
Mas, no meio de tudo isso vai seguindo seu caminho.
Sabe que há um ponto de chegada.
Sabe que seu destino é para frente.
O rio não sabe recuar.
Seu caminho é seguir em frente.
É vitorioso, abraçando outros rios, vai chegando no mar.

O mar é sua realização.
É chegar ao ponto final.
É ter feito a caminhada.
É ter realizado totalmente seu destino.
A vida da gente deve ser levada do jeito do rio.
Deixar que corra como deve correr.
Sem apressar e sem represar.
Sem ter medo da calmaria e sem evitar as cachoeiras.
Correr do jeito do rio, na liberdade do leito da vida, sabendo que há um ponto de chegada.

A vida é como o rio.
Por que apressar?
Por que correr se não há necessidade?
Por que empurrar a vida?
Por que chegar antes de se partir?
Toda natureza não tem pressa.
Vai seguindo seu caminho.
Assim é a árvore, assim são os animais.
Tudo o que é apressado perde o gosto e o sentido.
A fruta forçada a amadurecer antes do tempo perde o gosto.
Tudo tem seu ritmo.
Tudo tem seu tempo.
E então, por que apressar a vida da gente?

Desejo ser um rio.
Livre dos empurrões dos outros e dos meus próprios.
Livre das poluições alheias e das minhas.
Rio original, limpo e livre.
Rio que escolheu seu próprio caminho.
Rio que sabe que tem um ponto de chegada.
Sabe que o tempo não interessa.
Não interessa ter nascido a mil ou a um quilômetro do mar.
Importante é chegar ao mar.
Importante é dizer “cheguei”.
E porque cheguei, estou realizado.
A gente deveria dizer: não apresse o rio, ele anda sozinho.
Assim deve-se dizer a si mesmo e aos outros: não apresse a vida, ela anda sozinha.
Deixe-a seguir seu caminho normal.
Interessa saber que há um ponto de chegada e saber que se vai chegar lá.
É bom viver do jeito do rio!

“Se não houver frutos, valeu a beleza das flores;
Se não houver flores, valeu a sombra das folhas;
Se não houver folhas, valeu a intenção da semente.”

 

Gasparetto

 
 

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Post texto Confúcio

As coisas em ordem…

(Mestre Confúncio*)

Os grandes antigos, quando queriam propagar altas virtudes, punham seus Estados em ordem.

Antes de porem seus Estados em ordem, punham em ordem suas famílias.

Antes de porem em ordem suas famílias, punham em ordem a si próprios.

E antes de porem em ordem a si próprios, aperfeiçoavam suas almas, procurando ser sinceros consigo mesmos e ampliavam ao máximo seus conhecimentos.

A ampliação dos conhecimentos decorre do conhecimento das coisas como elas são (e não como queremos que elas sejam).

Com o aperfeiçoamento da alma e o conhecimento das coisas, o homem se torna completo.

E quando o homem se torna completo, ele fica em ordem.

E quando o homem está em ordem, sua família também está em ordem.

E quando todos os Estados ficam em ordem, o mundo inteiro goza de paz e prosperidade.

-o-o-o-o-o-o-

*Confúncio é o nome latino do pensador chinês Kung-Fu-Tse, literalmente “Mestre Kong”. Foi a figura histórica mais conhecida na China como mestre, filósofo e teórico político. Sua doutrina, o confucionismo, teve influência também sobre a Ásia Oriental além da China, cujos princípios básicos eram a moral, a política, a pedagogia e a religião.

Ama com fé e orgulho

Nota: “Ordem e Progresso” é o lema nacional da República Federativa do Brasil a partir do momento de sua formação. A expressão é o lema político do Positivismo, forma abreviada do lema de autoria do positivista francês Auguste Comte: “O Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim” (em francês L’amour pour principe et l’ordre pour base; le progrès pour but.). Seu sentido é a realização dos ideais republicanos: a busca de condições sociais básicas (respeito aos seres humanos, salários dignos etc.) e o melhoramento do país (em termos materiais, intelectuais e, principalmente, morais).
A expressão é utilizada como lema na bandeira nacional que foi projetada em 1889 por Raimundo Teixeira Mendes e Miguel Lemos, com desenho de Décio Vilares.

D_Heldes_Câmara

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